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Dupla titulação em pós-graduação já é realidade na FMVZ-USP

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Mariana, entre o Diretor da FMVZ Enrique Lippi Ortolani, seu orientador (Professor Visintin) e os demais membros da banca que conferiram o título à aluna

 

Mariana Giassetti, do Departamento de Reprodução Animal (VRA) é a primeira aluna da FMVZ-USP a receber dupla titulação, como resultado de um acordo com a Universidad de Zaragoza (Unizar), na Espanha. O convênio, firmado em 2014, tem duração de cinco anos e possibilita a coorientação de teses de alunos das universidades envolvidas.

No início de 2015, Mariana defendeu sua tese “Expressão de Marcadores Moleculares em Espermatogônias” na FMVZ e fez a qualificação nas duas Universidades, como exigência do convênio. Teve como orientadores os Professores José Antonio Visintin (FMVZ) e Pedro Muniesa Lorda (Unizar).  

Para o Diretor Enrico Lippi Ortolani, a dupla titulação é de grande importância para a FMVZ. “O convênio abre uma nova perspectiva para a pós-graduação e torna nosso diploma aceito e reconhecido, sem necessitar de passar por processos de avaliação, câmaras de pós e pela congênere de nossa Congregação na Unizar, listada entre as três mais destacadas da Espanha. O acordo é muito representativo, pois no momento estamos em processo de realizar um histórico duplo diploma na graduação com aquela Faculdade”, destacou.

Com a dupla titulação, Mariana poderá obter o título de doutorado europeu, título conferido e aceito pelas universidades da União Europeia.  Segundo ela, “além disso o título oferece uma oportunidade única de trabalhar em um centro de pesquisa de referência internacional e com linhas de pesquisa de ponta na área de biotecnologia”, salientou.

Sobre sua experiência, Marina explica que viver em Zaragoza e trabalhar na Unizar foram experiências únicas e extremamente gratificantes nos aspectos profissional e pessoal. “Durante minha estadia foi possível o aprendizado de diferentes metodologias e a convivência com Professores como Pedro Muniesa Lorda e Jon Schoorlemmer, o que resultou em uma nova forma de interpretar a ciência”, concluiu.